Criar o sentido de pertença nas comunidades virtuais da EDP Digital Factory

Como ajudámos os membros das comunidades virtuais da EDP Digital Factory a sentirem-se unidos

Expertise

Design Thinking

Plataformas

Comunidades Virtuais

Entregáveis

Workshops e Comunity Management

Enquadramento

As comunidades virtuais da EDP surgiram da necessidade de colmatar as diferenças de conhecimento entre as várias regiões onde as equipas estão presentes. A ideia é a de aproximar as equipas num espaço virtual e, sempre que possível, físico, para que se possam trocar noções de boas práticas, fazer sessões de ideação, e para trocar know-how entre as várias empresas espalhadas pelo mundo — sempre com um assunto digital de base predefinido.

Para isto, foram criadas as primeiras nove comunidades virtuais, onde se discutiam temas técnicos e de interesse, como por exemplo áreas que abrangem a ideação, a co-criação, e o Design Thinking.

Desafio

Como podemos criar awareness e engagement dos membros das VCs com o produto, e estimular experts/boosters para serem mais ativos e liderarem as iniciativas e conteúdos?

Coube à Monday criar uma proposta de valor que atraísse os membros a participar nas comunidades, apoiá-las a contribuir para a evolução e crescimento do Grupo EDP, incentivar a aproximação e partilha entre os membros e ajudá-los a resolver, em comunidade, problemas reais do dia-a-dia.

“Antes das comunidades existirem estava muito focado na minha esfera de atuação, agora penso como posso contribuir para outras áreas da EDP.”

Resultados

Através das metodologias de Design Thinking, conseguimos com que o sucesso das comunidades virtuais EDP melhorasse significativamente ao longo do processo: mais engagement, maior participação, maior sentido de pertença, e um entusiasmo por parte dos membros em fazer crescer estas comunidades.

Concluímos que os membros valorizam o propósito das comunidades, mostrando entusiasmo em partilhar a sua visão e as suas ideias para a melhoria dos resultados. De igual forma, estes reconhecem o contributo das comunidades para a mudança da cultura da EDP, não apenas na vertente da transformação digital, mas também de colaboração sem hierarquia.

Números do que mudou:

  • As entrevistas contaram com membros de todas as comunidades, geografias (Brasil, Espanha, Portugal, EUA), unidades de negócio e tipos de membro. 

  • Aos nove workshops de Value Proposition participaram um total de 63 membros, já os dois workshops de Value Proposition participaram um total de 30 membros.

  • De 155 membros no seu início, passaram a 277 após a nossa entrada.

  • No período de Janeiro a Setembro de 2020, o número de membros ativos atingiu um total aproximado de 7329 pessoas a interagir nos vários canais, com um total de 414 partilhas.

“[O trabalho desenvolvido] reforça o sentido destas comunidades existirem, as quais são importantes”

Fases do projecto

  • Ideação

    Sessões de Brainstorming.

  • Entrevistas

    Entrevistados membros em várias regiões geográficas.

  • Value proposition canvas

    Canvas preenchido em sessão de trabalho.

“[Estamos] a contribuir para uma cultura digital na EDP.”

Jobs to be done

Como resultado do workshop de Value Proposition, selecionámos as preocupações e os jobs-to-be-done que os membros das comunidades apontaram como prioritários:

  1. Criar uma comunidade de entreajuda, cooperação e colaboraçã
  2. Otimização de talentos na EDP
  3. Participar em desafios reais e co-criar novas soluções
  4. Relacionar as comunidades com o universo EDP
  5. Difícil divulgação da existência das próprias comunidades e do seu trabalho
  6. Falta de objetivos claros e de expectativas, assim como de alinhamento entre as VCs

Abordagens e técnicas utilizadas

  • Entrevistas
  • Workshops de Value Proposition
  • Brainstorm Sessions
  • How Might We?
  • User Research
  • Gestão de comunidades.

Os benefícios do nosso trabalho

  1. Os membros das comunidades virtuais passaram a reconhecer o motivo pelo qual estavam nas comunidades, qual o seu papel e quais os objetivos de participação.
  2. Maior comunicação das comunidades em canais oficiosos, muito pela partilha e pelo entusiasmo adquirido pelos membros ao longo do tempo e pelo seu maior envolvimento no que acontecia nas comunidades.
  3. Maior recompensa, sentimento de satisfação e de gratificação por fazer parte das comunidades.
  4. Reconhecimento do valor acrescentado que estas comunidades trazem para a sua vida profissional (e até a um nível pessoal, enquanto desenvolvimento de skills e competências próprias).
  5. Excelente trabalho de community building e de community management: maior interação entre VCs, maior motivação ao longo do tempo, e maior proximidade entre os membros. Do mesmo modo, a forma como a informação circula, como os eventos são comunicados, e como a partilha é feita nos vários canais melhorou substancialmente.

“Foi o primeiro momento que a comunidade foi uma comunidade virtual, um equilíbrio entre givers e takers, é de salutar o trabalho do design thinking para descentralizar perspectivas”

Climber

Business consulting , Experience Design

Gallo

Business consulting , Experience Design

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